| Dado Curioso |
| Para colocar força máxima em um golpe, os praticantes de caratê gritam expelindo o ar dos pulmões e contraindo os músculos do estômago. |
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História e Filosofia
Caratê significa “o caminho da mão vazia”, porque a luta ocorre com as mãos desprotegidas e os pés descalços. O princípio básico é usar o corpo como uma arma eficiente para defender e atacar no momento oportuno.
As raízes do caratê remontam à Índia e à China antigas. O caractê moderno se desenvolveu quando um clã japonês ocupou Okinawa no século 15. Uma lei severa proibia o porte de armas, apesar dos bandidos ignorarem solenemente a interdição. Para se protegerem, os monges zen-budistas desenvolveram o sistema de “mãos vazias”, que mais tarde evoluiu para o caratê. O caratê se disseminou pelo Japão quando Okinawa se tornou uma província em 1879.
Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, muitos soldados americanos aprenderam caratê e trouxeram a arte para casa. Hoje, muitos homens e mulheres aprendem caratê para a auto-defesa. Escolas, clubes de caratê, escolas de treinamento para militares e policiais, e até grupos feministas ensinam caratê.
Treinamento de Caratê
O treinamento de caratê acontece em um ginásio ou salão chamado “dojo”. Os praticantes vestem o “gi”, um kimono de algodão largo, amarrado com uma faixa colorida que simboliza o nível de conhecimento, e calças fechadas por um cordão ou elástico na cintura.
As técnicas básicas do caratê incluem postura e métodos para bloquear, chutar, esmurrar e golpear, geralmente praticados em padrões pré-estabelecidos, chamados “katas”.
Existem numeroso estilos de caratê, desenvolvidos por especialistas e escolas de diferentes tendências. Estes estilos variam de acordo com a forma de aplicação das técnicas, a ênfase na força e velocidade, ou nas técnicas usando as mãos e os pés.
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