Com o gramofone de Emile Berliner, patenteado em 1888, nasceu a obsessão por registrar e reproduzir música e sons sobre discos planos, em vez de cilindros. Depois da Segunda Guerra Mundial, os discos de vinil começaram a girar. No início, eles giravam a 78 rpm (rotações por minuto), e mais tarde a 45, 33 e 16. A fita magnética fez muito sucesso no formato cassete.
Em 1977, o analógico tornou digital, e a agulha se transformou em um raio. O disco laser tentou, em vão, superar vinis e cassetes.
As pesquisas continuaram, até que em 1980 a Philips e a Sony uniram forças para desenvolver o Compact Disc, ou disco compacto. O pequeno disco, de 120 mm de diâmetro e 1,2 mm de espessura, constituiu uma verdadeira revolução.
Ainda se discute por que os CDs de áudio têm duração de 80 minutos. A versão mais difundida é que a duração original do CD desenvolvido pela Philips (de 70 minutos) foi estendida para poder incluir a Nova Sinfonia de Beethoven. Alguns até atribuem o pedido ao famoso maestro Von Karajan. Outros, no entanto, acham que foi um truque da Sony para acabar com a vantagem da concorrência.
De qualquer forma, o CD se tornou um objeto de imensa popularidade. Sua evolução continuou posteriormente com o mini-CD, o CD-ROM, o CD gravável e regravável, e mais tarde, o DVD e o Blu-ray Disc. E esta história está longe de acabar.
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