Existem garrafas de vidro, de plástico, de argila e de outros materiais impermeáveis, que podem conter remédios, elementos químicos, tinturas, bebidas e alimentos. Em alguns casos, seu conteúdo pode não ser líquido, como a ansiosa carta de um náufrago.
Em geral, uma garrafa é um recipiente de gargalo mais estreito que seu corpo, com uma boca que permite verter com facilidade o que há em seu interior, e uma tampa para evitar que seu conteúdo perca suas qualidades, seja derramado ou se contamine.
Já nos tempos pré-históricos, eram produzidos recipientes de argila com tampas de tecido. As primeiras garrafas de vidro, das quais ainda se conservam alguns restos, foram produzidas pelos fenícios durante o primeiro milênio antes de Cristo. Em Chipre e Rodes, foram encontrados recipientes entre 8 e 15 centímetros de largura, supostamente utilizados para armazenar perfumes. Naquela mesma época, também os chineses criaram seus próprios recipientes.
A garrafa de vidro foi fundamental para o desenvolvimento da indústria vinícola. A tampa de cortiça assegurava seu armazenamento e conservação durante um longo período de tempo, dificultando sua adulteração.
As garrafas de plástico chegaram em 1947, mas eram muito mais caras. Em 1960, foi inventado o polietileno de alta densidade, mais barato e mais leve. O resto é história.
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