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Caramelo. Bombom. Chocolate. Algodão doce. Chicletes. Quebra-queixo. Maçã do amor. Biscoito. Sob mil nomes, cores e formas, as guloseimas se espalharam pelo mundo todo. Como defini-las? Não é uma tarefa fácil, dada a sua infinita variedade, não é fácil. Pode-se dizer que são iguarias doces e (geralmente) de tamanho pequeno, que mais satisfazem um capricho momentâneo do que alimentam.

Elas existem desde a mais remota antiguidade: sabe-se que tanto os persas, como os chineses e egípcios cobriam cereais e polpas de frutas com mel endurecido.

Mas foi na Índia que surgiram as primeiras guloseimas feitas de cana de açúcar. Com a descoberta da América, foi a vez do chocolate.

Hoje, as guloseimas são combinações criativas, surpreendentes e coloridas de açúcar, mel, chocolate, cereais, leite, baunilha, frutas e outros produtos da natureza. E outros não tão naturais também: os edulcorantes artificiais, por exemplo, foram incorporados à industria de doces nos últimos tempos.

O dinheiro que move a atividade cresce a cada ano; só nos Estados Unidos, durante o Halloween, as guloseimas rendem cerca de 2 bilhões de dólares.

O primeiro produtor mundial de caramelos e afins é uma empresa argentina, Arcor. São 30 fábricas em seu país, outras 11 espalhadas pela América Latina, que exportam para nada menos que 120 países.

E qual é o país mais adora doces? A Dinamarca. Um dinamarquês consome, em média, dez quilos de guloseimas por ano. E não é de graça: calcula-se que eles gastem mais de 213 euros por ano se empaturrando de doces. Também são grandes consumidores os noruegueses, os suecos, os finlandeses e, um pouco mais abaixo no mapa, os suíços, considerados os reis do chocolate.

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