O funcionamento da lâmpada incandescente consiste na passagem de uma corrente elétrica que aquece um pequeno filamento de metal, tornando-o luminoso.
Sua invenção é usualmente atribuída a Thomas Edison, que patenteou um modelo muito prático em 1879. Mas existem provas de que já existiam lâmpadas elétricas algumas décadas antes, criadas por diferentes inventores em diferentes países. O alemão Heinrich Göbel teria sido o primeiro a acender uma lâmpada em 1854.
A eficiência de uma lâmpada elétrica convencional é muito baixa, já que mais de 80 % da energia consumida acaba se transformando em calor, e não em luz. Por isso, a partir de 1980, elas começaram a ser substituídas pelas lâmpadas compactas fluorescentes (CFL, na sigla em inglês), mais conhecida como lâmpada de luz fria ou de baixo consumo. Elas oferecem mais eficiência luminosa com muito menos dispêndio de energia, têm uma vida útil muito maior e, conseqüentemente, geram menos poluição.
Uma boa forma de utilizar as lâmpadas são as luminárias. Sejam de mesa ou de teto, elas trazem novos ares à iluminação e ainda decoram o ambiente.
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