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Os primeiros casos identificados com armas de fogo aconteceram em Londres, em 1835. Crimes com armas podem ter aumentado desde aquela época, mas o conhecimento em balística dos criminalistas também melhorou. Depois que a arma é disparada, os investigadores utilizam uma série de técnicas e recursos para chegar até o autor do crime.
Balas de revólver que foram ou não usadas podem revelar histórias sob o microscópio. Os especialistas buscam marcas em espiral que determinam qual arma foi usada no disparo. Também é possível seguir o rastro da trajetória da bala, alinhando os buracos causados por elas com os pontos de entrada, determinando assim o local exato onde ela foi disparada.
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