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Muitas vezes, os suspeitos se fingem de doentes, simulando problemas mentais e físicos para não serem responsáveis por suas ações. Durante as sessões de análise, os psiquiatras os observam e procuram certos sinais que detectam se eles estão mentindo.
Uma mente criminosa pode realizar declarações falsas, como por exemplo: confessar um crime menor para mascarar algo mais sério; o que pode ser transformado em álibi ao perpetrador. O nervosismo pode indicar que o sujeito está mentindo. Falas rápidas ou gaguejantes, suor e o desvio do contato visual são sinais confiáveis de que o suspeito não está dizendo a verdade. A forma como o suspeito senta, move ou reage também são fatores importantes em um interrogatório. Qualquer movimento com os dedos ou inquietação, a má postura ou queda brusca alertam para linguagens corporais autoconscientes.
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