| DADO CURIOSO |
| Os imperadores eram embalsamados e suas múmias presidiam muitas cerimônias religiosas. |
|
Os Incas atribuíam a doença a duas possíveis causas: o pecado ou o malefício. O pecado só podia ser redimido com reparações da pessoa em falta. Enquanto o malefício era conjurado diante das manipulações dos bruxos. Quando o doente era desesperançado, seja pela gravidade de seus pecados, ou pelo poder do malefício, ele era abandonado para que não contagiasse os vivos.
Acreditava-se que a vida além da morte tinha relação com a vida moral que as pessoas haviam levado. Quem tivesse se comportado bem, iria para o paraíso onde desfrutaria de tudo. Enquanto que os maus eram condenados a um inferno, onde fazia frio e não havia comida.
A idéia de que a morte não distanciava completamente o espírito do morto, motivava celebrações especiais para satisfazê-lo. Seus parentes tinham que organizar banquetes ou fazer oferendas em sua homenagem.
As formas de enterro variavam de acordo com as regiões. Nas centrais, o cadáver era enterrado com suas prendas de uso e colocado em posição fetal. Na costa, eles eram enterrados em urnas funerárias e no interior, os cadáveres eram envolvidos em peles de lhama.
O enterro também variava de acordo com a importância do morto. Se esta foi uma pessoa poderosa na vida, podia continuar sendo depois de morta. Na costa peruana, os grandes personagens eram mumificados. Em Cuzco, todos os imperadores eram embalsamados. Suas múmias eram retiradas em algumas ocasiões para passear pela cidade ou para presidir cerimônias.
|