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Até maio de 2005, o Monte St. Helens ainda estava passando por um período significativo de atividades, e o status de alerta nível dois significa que os cientistas acreditam que outra erupção pode acontecer. A situação atual está sendo monitorada de perto pela US Geological Survey e pela Universidade de Washington, e eles liberam relatórios diários sobre a atividade do vulcão.
A tecnologia avançada está ajudando cientistas a prever como o vulcão está se comportando. Eles são capazes de monitorar o movimento do teto dentro da cratera graças aos Sistemas de Posicionamento Global (GPS), além de examinar a atividade com a ajuda de reconstruções virtuais 3D.
O Monte St. Helens é um estratovulcão, também descrito por geólogos como um vulcão composto. Esses vulcões são formados pela erupção de derramamento de lavas pegajosas com milhares de anos, potencialmente mais perigosas para a comunidade local e a vida selvagem, pois a erupção costuma ser explosiva.
O teto de lava nova formado dentro do Monte St. Helens é como uma cobertura no topo da magma abaixo da crosta da Terra, e se a força é muito grande para o teto conter, pode haver uma erupção. Uma erupção também pode ser causada se o teto da lava continuar crescendo, ficando tão pesado a ponto de cair dentro da cratera.
Prever o que pode acontecer é um trabalho diário. É como se estivéssemos monitorando uma panela de pressão; pode ferver calmamente por algum tempo e explodir se a pressão dentro dela não puder mais ser contida.
Atualmente, especialistas estão confiantes com a previsão de que o Monte St. Helens não está em perigo iminente de erupção. Estradas ao redor da montanha que estavam fechadas no outono passado foram reabertas, assim como o Centro de Visitantes do Monte St. Helens.
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