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Há três níveis de alerta, de acordo com o Observatório de Vulcões Cascades USGS, sendo o nível três o mais alto. No momento o Monte St. Helens está em alerta nível dois. Isso significa que a monitoração mostrou que há possibilidade de atividade vulcânica arriscada, mas não há perigo imediato à vida ou propriedade na região.
No dia 23 de setembro de 2004, a atividade atual começou com um número de pequenos terremotos seguidos de uma explosão no dia 1º de outubro que soltou vapor e cinzas e rolou pedras a cerca de dois quilômetros e meio de distância. Uma grande explosão quatro dias depois jogou cinzas até 96 km de distância e no dia 6 de outubro, um novo teto de lava começou a emergir.
Esta lava (pedra molten) começou a ventar da cratera no topo da montanha com uma velocidade de quatro metros cúbicos por segundo, com força suficiente para empurrar um glacial de 180 m para o lado. Em dezembro, isso foi o suficiente para criar um teto do tamanho de um avião de cargo e em fevereiro, ela estava maior do que o edifício Empire State, chegando a altura de 425 metros acima do chão da cratera.
Houve mais uma erupção em 8 de março de 2005, quando uma nuvem de cinzas e fumaça alcançou quase 12.000 metros no céu.
Em maio de 2005, o teto de lava dentro da cratera continua a crescer mais devagar e há pequenos indícios de atividade sísmica. Há uma pequena produção de cinzas junto com emissões baixas de vapor e gases vulcânicos.
O Parque Nacional Gifford Pinchot anunciou que a maioria das áreas que foram fechadas em setembro por causa da atividade vulcânica será aberta normalmente no verão, mas o Monte St. Helens vai continuar fechado para escaladores até segundo aviso.
Graças à internet você pode ficar de olho na atual situação do Monte St. Helens onde quer que você esteja no mundo. Você pode ler os últimos informativos e há até uma ‘CâmeraVulcão’ para que você possa observar o que está acontecendo.
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