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Negócios pequenos ainda enfrentam dificuldades
Nesta foto de 29 de março de 2011 , Melvin Barnes, proprietário do Mercado e Restaurante Cuz's Seafood, perdeu sua clientela na baía de St. Louis, Missouri.
O negócio familiar, dirigido por ele e sua esposa Christy, ficou fechado ocasionalmente durante o acidente devido à falta de clientes, e hoje fatura menos da metade.
Ele teme que seu negócio não sobreviva, já que pescadores estão sendo atraídos para o programa Vessels of Opportunity, que passa por uma nova fase de contratação, eliminando seus fornecedores de frutos do mar.
Créditos: AP Photo/Gerald Herbert
Negócios pequenos ainda enfrentam dificuldades
Nesta foto tirada em 13 de abril de 2011, o pescador de caranguejos Thomas Barrios aparece entre armadilhas de caranguejo em frente ao restaurante que dirige com sua esposa, Alicia, em Golden Meadow, Louisiana.
A renda da família depende totamente da indústria de frutos do mar. Eles tiveram que demitir funcionários e lutam para permanecer à tona. Sua empresa de pesca de caranguejos suspendeu as atividades e as vendas dos restaurante caíram pela metade desde o derramamento de petróleo na plataforma Deepwater Horizon.
Créditos: AP Photo/Gerald Herbert
Negócios pequenos ainda enfrentam dificuldades
Nesta foto tirada em 14 de abril 2011 , o prefeito Stan Wright aparece sobre uma pilha de ostras em Bayou La Batre, Alabama.
A pequena comunidade pesqueira da cidade luta para sobreviver.
Créditos: AP Photo/Dave Martin
Limpeza da costa: Florida
Líder de uma equipe de limpeza da costa, Todd Farrar e outros voluntários usam uma pá para procurar óleo na arrebentação em Perdido Key, Flórida.
Bolas de piche continuam a chegar às praias um ano depois do derramamento de petróleo na plataforma Deepwater Horizon.
Créditos: AP Photo/Dave Martin
Limpeza da costa: Alabama
Turistas andam pela praia enquanto equipes de limpeza procuram bolas de piche em Gulf Shores, Alabama, em 20 de abril de 2011.
Como o petróleo vazou durante três meses, até o verão de 2010, as indústrias pesqueira e turística sofreram um duro golpe, mas iniciativas como esta começam a monstrar resultados.
Créditos: AP Photo/Dave Martin
Limpeza da costa: Louisiana
O inspetor de campo da empresa Wisner Properties, Forrest Travirca, exibe um pequeno pedaço de piche que encontrou em Fourchon Beach, Lousiana, em 20 de abril de 2011.
O trabalho de limpeza continua em alguns pontos da costa da Lousiana, um ano depois da explosão da plataforma de petróleo Deepwater Horizon. Um ano depois, pode-se prever que haverá longas batalhas judiciais pela frente.
A BP processou por negligência a fabricante do equipamento que não conseguiu deter o vazamento, enquanto o fabricante da válvula de fechamento de emergência e o dono da plataforma entraram com suas próprias ações judiciais.
Créditos: AP Photo/Patrick Semansky
Limpeza da costa: Louisiana
O inspetor de campo da empresa Wisner Properties, Forrest Travirca, caminha por uma área mangue afetada pelo derramamento de petróleo em Port Fourchon, Louisiana, em 20 de abril de 2011.
Créditos: AP Photo/Patrick Semansky
Leitos de ostras destruídos na Louisiana
Norwood LaCross, à esquerda, e Donnie Tayamen, à direita, trabalham no barco de ostras J.V. Frank, em Pointe a la Hache, Louisiana, 20 de abril de 2011. O barco está parado em doca seca devido à destruição dos leitos de ostras, um ano após o derramamento de petróleo na plataforma Deepwater Horizon.
Créditos: AP Photo/Gerald Herbert
Pescadores acreditam na recuperação
O pescador comercial Ted Petrie escolhe camarões em seu barco em Grand Isle, Louisiana, em 20 de abril de 2011.
Petrie conseguiu um emprego nos esforços de recuperação para pagar as contas, já que as águas da região foram fechadas à pesca.
Um ano depois do acidente, ele teme os efeitos a longo prazo para a vida marinha e está apreensivo quanto às suas chances de êxito em futuras temporadas de pesca de camarão.
Créditos: AP Photo/Patrick Semansky
Governador da Louisiana fala em coletiva de imprensa.
O governador da Louisiana, Bobby Jindal, fala em uma coletiva de imprensa no primeiro aniversário do derramamento de petróleo na plataforma Deepwater Horizon, em Grand Isle, Louisiana, 20 de abril de 2011.
O governador tem sido um dos políticos mais contundentes em relação à BP. Em uma coletiva de imprensa, ele instou a empresa a se esforçar mais para cumprir a promessa de pagar pela recuperação das áreas atingidas do Golfo, como leitos de ostras e recifes.
Créditos: AP Photo/Patrick Semansky
Celebração New Orleans
Líderes comunitários e grupos ambientalistas, incluindo Sierra Club e Gulf Restoration Network, realizam um evento com velas para relembrar o aniversário de um ano do derramamento de petróleo na plataforma Deepwater Horizon, em New Orleans, 20 de abril de 2011.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) relatou o aparecimento de golfinhos mortos em praias dos estados do Golfo do México, em fevereiro de 2011.
Créditos: AP Photo/Gerald Herbert
Ambientalistas expressam indignação em Washington
Ambientalista realizam um protesto em Capitol Hill, Washington, em 20 de abril de 2011, para marcar o aniversário de um ano da explosão da plataforma de petróleo Deepwater Horizon.
Embora a perfuração próxima à costa acarrete consequências ambientais negativas, as instalações petrolíferas no Golfo do México respondem por 30% de toda a produção doméstica de petróleo dos Estados Unidos, e os empregos de milhares de moradores dependem da indústria petrolífera.
Créditos: AP Photo/J. Scott Applewhite
Vigília pelos trabalhadores mortos na Deepwater Horizon
A luz de uma lanterna ilumina uma cruz para Adam Weise, operário que morreu na explosão da plataforma de petróleo Deepwater Horizon, durante vigília que marca o primeiro aniversário do acidente da BP, Grand Isle, Louisiana, em 20 de abril de 2011.
Como o derramamento de petróleo chamou a atenção do mundo, os familiares dos operários mortos na explosão da plataforma reivindicaram normas de segurança mais eficazes.
Créditos: AP Photo/Patrick Semansky
O turismo tem fome de recuperação
Hóspedes consomem frutos do mar frescos no Golfo do México durante evento “Jantar na areia: uma celebraçaõ do Golfo”, no Gulf State Park Pavilion em Gulf Shores Alabama, em 17 de abril de 2011.
O chef Guy Fieri foi o anfitrião de um jantar para 500 convidados, criado para celebrar a resistência da região um ano após o derramamento de petróleo na plataforma Deepwater Horizon. O evento foi patrocinado pela Coastal Resiliency Coalition (Coalizão de Resistência Costeira, em tradução livre).
Créditos: Michael Spooneybarger/ AP Images for Gulf Shores & Orange Beach Tourism
Lições aprendidas
Um bando de pássaros voa em direção a uma plataforma de petróleo no Golfo do México, perto de Grand Isle, Louisiana, em 20 de abril 2011. Grand Isle é uma comunidade costeira que vive da pesca e do turismo, e foi seriamente afetada pelo derramamento de petróleo na plataforma Deepwater Horizon.
Depois do acidente, a BP admitiu ter cometido alguns erros que provocaram a explosão e posterior derramamento de petróleo, ambas objeto de investigação do governo norte-americano. Os Estados Unidos também ordenaram a suspensão de seis meses em perfurações perto da costa, o que paralisou os trabalhos em 33 plataformas em todo o país.
Créditos: AP Photo/Patrick Semansky
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