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Sigmund Freud
Sigmund Freud é considerado por muitos o pai da psicologia.
O médico vienense dedicou-se à neurologia e tratou pacientes com distúrbios nervosos. Ao analisar suas sessões de análise com uma técnica inovadora chamada associação livre, Freud conseguiu ter acesso à mente de seus pacientes e determinar a causa da ansiedade.
Freud talvez seja mais conhecido por suas teorias sobre o complexo de Édipo, a dinâmica do inconsciente e os conceitos de id, ego e superego.
Créditos: Sigmund Freud Museum/AP Photo
Carl Jung
Carl Jung trabalhou com Sigmund Freud durante cinco anos até trilhar seu próprio caminho e criar um conjunto alternativo de teorias sobre os sonhos e o inconsciente.
Enquanto muitas das teorias de Freud defendem que a origem de todos os sonhos está no sexo, Jung afirmava que o medo da morte movia a expressão onírica. Jung acreditava na interpretação dos sonhos para compreender melhor a vida e transformá-la.
Créditos: AP Photo
Ivan Pavlov
Ivan Pavlov pensava que se tornaria pastor, como seu pai, mas seus interesses se voltaram para a ciência.
Enquanto pesquisava a fisiologia da digestão no Instituto de Medicina Experimental, Pavlov notou que os reflexos do organismo podiam ser condicionados. O experimento mais famoso de Pavlov tinha como ponto central o condicionamento das glândulas salivares de um cão para que produzisse saliva diante de um estímulo específico.
Na foto, Pavlov trabalha com pesquisadores em seu laboratório.
Créditos: AP Photo
G. Stanley Hall
G. Stanley Hall (atrás, à esquerda) ao lado de alguns de seus contemporâneos, incluindo Sigmund Freud (na frente, à esquerda) e Carl Jung (na frente, à direita).
Hall foi um psicólogo e reformador educacional renomado. Propôs a teoria da recapitulação, segundo a qual as crianças passavam por vários estágios de desenvolvimento até atingirem a maturidade.
As crianças devem ter a oportunidade de se desenvolver plenamente em cada estágio, argumentava Hall, para que se tornassem adultos independentes, socialmente conscientes e sexualmente maduros.
Créditos: Getty Images
Jean Piaget
Nascido na Suíça, Jean Piaget começou sua carreira como naturalista, mas se interessou pela psicanálise enquanto estudava na Universidade de Zurique.
Embora Piaget tenha circulado por diversos campos acadêmicos durante sua atuação em diversas instituições, do Comitê Internacional de Educação à Sorbonne, a Sociedade Jean Piaget Society explica que os interesses o moviam podem ser resumidos em uma pergunta: ""Como o conhecimento se desenvolve?""
Piaget foi o primeiro a postular que o modo de pensar das crianças diferente dos processos mentais dos adultos.
Créditos: AP Photo
Anna Freud
O pai de Anna Freud, Sigmund, foi sua inspiração para estudar psicologia.
Embora muitas de suas ideias sejam reflexos das teorias do pai, ela testou as teorias de Freud utilizando novas técnicas, além de expandi-las e aplicá-las em crianças. Anna Freud observou os diferentes estágios do desenvolvimento infantil e escreveu um livro chamado “O Ego e os Mecanismos de Defesa”.
Créditos: AP Photo
Erich Fromm
Erich Fromm testemunhou a Primeira Guerra Mundial ainda adolescente, e dedicou sua carreira profissional a entender a histeria em massa e o comportamento destrutivo.
O trabalho de Fromm no âmbito da psicoterapia foi influenciado por Sigmund Freud e Karl Marx. Ele teorizou sobre a liberdade e o determinismo social e biológico (a vida que a natureza impõem aos organismos e às sociedades), e as formas com que os homens encaram a responsabilidade.
Em última análise, Fromm acreditava que a sociedade poderia ser saudável, equilibrada e pacífica.
Créditos: Hulton Archive/Getty Images
B.F. Skinner
B.F. Skinner foi pioneiro no campo da psicologia comportamental.
Suas teorias sobre o condicionamento operante revisitam os conceitos de Ivan Pavlov, e sugerem que os organismos adotam determinados comportamentos por meio de estímulos que os recompensem ou reforcem.
Os experimentos de Skinner com o condicionamento operante levaram à criação de um tipo de psicoterapia chamada modificação comportamental.
Créditos: AP Photo
William James
William James nasceu em uma família abastada, mas preferiu estudar medicina a se entregar a uma vida de ócio.
Famoso pragmático e filósofo, James criou o conceito de ""fluxo de consciência”, uma técnica de fala e escrita sem quaisquer restrições, que revela a verdade subjacente ao discurso.
James publicou um volume de 1.200 páginas entitulado “Os Princípios da Psicologia”, obra de referência para filósofos como John Dewey e Bertrand Russell.
Créditos: Getty Images
Alfred Adler
Muitos psicólogos associam a psicologia individual a Alfred Adler.
Adler desenvolveu a teoria segunda a qual a ordem de nascimento entre irmãos afeta o desenvolvimento e a personalidade. Com base em suas próprias experiências na infância – de saúde frágil, passou por várias hospitalizações - Adler determinou que toda pessoa possui algum tipo de fraqueza (ou sentimento de inferioridade), que precisa superar com ações produtivas na sociedade.
Créditos: Getty Images
Alfred Kinsey
Alfred Kinsey estudou psicologia na Universidade de Harvard e foi professor de zoologia na Universidade de Indiana.
Inicialmente, suas pesquisas se concentraram em taxonomia e evolução, mas depois seu foco passou a ser o comportamento sexual humano. Com a ajuda de sua equipe, Kinsey reuniu mais de 18 mil estudos de caso sobre comportamento sexual, publicados em ""O Comportamento Sexual do Homem” (1948) e “O Comportamento Sexual da Mulher” (1953).
Créditos: AP Photo
Melanie Klein
Melanie Klein, retratada aqui por Feliks Topolski, foi uma psicóloga austríaca que desenvolveu a ludoterapia.
Na ludoterapia, as crianças usam materiais de desenho, blocos, bonecas e outros brinquedos para expressar suas emoções e liberar a ansiedade. Foi criada como alternativa à associação livre de Freud, que não se aplicava a crianças pequenas.
Klein e Anna Freud são pioneiras na psicologia infantil e criaram novas soluções para tratar crianças neuróticas.
Créditos: Getty Images
Rollo May
Rollo May é conhecido por combinar os conceitos da filosofia existencialista com os princípios psicológicos do humanismo.
Segundo May, todo ser humano faz uma escolha pessoal entre o bem e o mal. Para viver uma vida plena e significativa, May acreditava que os homens precisavam combater a temida ansiedade existencial, um tema recorrente na filosofia e na literatura existencialistas.
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Timothy Leary
Richard Nixon chegou a chamar o psicólogo clínico Timothy Leary de “o homem mais perigoso da América”.
Leary ficou conhecido por seus experimentos com o LSD na Universidade de Harvard e em sua propriedade em Millbrook, Nova York (foto), ensejo para o lema ""ligue-se, sintonize-se, caia fora”.
Leary era um homem de inúmeras facetas, entre as quais a de professor de psicologia, místico oriental e fugitivo. Suas experiências psicodélicas em Harvard levaram à sua demissão do coro docente.
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Noam Chomsky
Noam Chomsky é a figura central do campo da psicolinguística, criada na década de 1950 para explicar a ligação entre a psicologia e a linguística.
Chomsky sugeriu a ideia de um dispositivo de aquisição da linguagem (DAL), e argumentou que a linguagem, como parte do conhecimento inerente universal, é transmitido geneticamente, não aprendido.
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Julia Kristeva
A psicanalista Julia Kristeva deixou a Bulgária comunista para viver na França quando tinha vinte anos.
Estudiosos citam as experiências únicas Kristeva (seus anos de formação em um país comunista, seu conhecimento da língua russa, a aceitação em um campo dominado por homens e em exclusivos círculos sociais, literários e intelectuais em Paris) como a força motriz por trás de seu trabalho em linguística, sociologia e estudos culturais.
Ela também criou uma nova ciência psicológica chamada semanálise, que analisa como e por que as pessoas conferem significados às palavras.
Créditos: Getty Images
Frasier Crane
Para terminar, que tal uma dar uma espiada no impacto da psicologia sobre a cultura popular?
A ator Kelsey Grammer interpretou o Dr. Frasier Crane, um dos psiquiatras mais amados da TV, durante mais de 20 anos. Em ""Cheers"", ambientado em Boston, Frasier mantinha um consultório particular, mas quando se muda para Seattle, torna-se um popular psiquiatra que dá conselhos pelo rádio.
Os diagnósticos objetivos e doces de Frasier sobre os problemas dos pacientes representavan um tipo de psicologia pop em sua melhor forma.
Créditos: AP Photo
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