Jovem entusiasta, corajoso, apaixonado pela leitura, assumiu dois papéis fundamentais. Na “ficção”, era o líder e coordenador da missão humanitária, a pessoa encarregada de falar com César e de ganhar sua confiança. Na vida real, era o chefe operacional da missão, encarregado das decisões sobre a ação. Interpretava o papel de um colombiano, José Luís Russi Caballero, que supostamente havia morado muito tempo no exterior e trabalhado em organizações internacionais.
Os resgatadores integravam um grupo de agentes disfarçados que, sob a fachada de uma “missão humanitária internacional”, levaram a cabo a “Operação Xeque-Mate”.
Os protagonistas desta “farsa” idealizada pelo governo da Colômbia foram: