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O Observatório de Vulcão Cascades (CVO sigla em inglês) foi estabelecido após a erupção de 1980 para monitorar atividades futuras na área. O Monte St. Helens é apenas um dois cinco vulcões ativos em Washington e a informação reunida pelo CVO ajuda a prover um sistema de alerta com mais antecedência.
A Fileira de Cascades é monitorada por seis estações sismógraficas que buscam sinais de terremotos. O tamanho do teto do vulcão é monitorado para examinar se a lava está escapando e estudos geoquímicos de gases e medidas de temperaturas são tiradas das fumarolas (pequenas aberturas) na montanha.
O CVO também tem um sistema de alerta de amplitude sísmica em tempo real (RSAM) que é despertado por pequenos eventos vulcânicos. Isso é particularmente importante para a Autoridade Federal de Aviação (FAA), para que o espaço aéreo que possa ser afetado pelas nuvens de cinzas seja limpo durante uma erupção. A cinza pode provocar destruição de motores de avião, rapidamente, entupindo os motores; e tentar aterrissar em uma pista escorregadia coberta de cinzas é extremamente difícil e perigoso.
Outras precauções incluem uma represa construída por engenheiros do exército americano, que deve proteger a área imediata e moradores locais contra possíveis deslizamentos de terra.
A comunidade mais próxima está a 30 milhas do Monte St. Helens mas no caso de uma erupção há planos de evacuação, se necessário. As autoridades americanas também publicam informação sobre o que a população pode fazer no caso de queda de cinzas. Residentes devem obter máscaras para proteção dos olhos, rádios de pilha, tochas, comida e água suficiente para três dias.
Quando há sinais de atividade vulcânica, a área ao redor do Monte St. Helens é fechada para visitantes e as estradas para o Parque Nacional também são fechadas para o tráfego.
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