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Mais de três-quartos dos tsunamis do mundo acontecem no Oceano Pacífico, que é rico em placas geradoras de tsunamis. Detecção rápida e sistemas de alerta foram instalados no Japão e na costa oeste da América do Norte, onde placas geradoras de tsunamis jazem próximas de praias muito populosas. Aqui, um tsunami pode se aproximar do continente em apenas 15 minutos depois de um terremoto debaixo d´água. Isso também aconteceu em Banda Aceh, no Oceano Índico, depois do terremoto de Sumatra. Neste caso, a diferença é que o terremoto não precipitou a evacuação da população, o que poderia ter salvado centenas de milhares de vidas.
Depois do tsunami, houve um clamor internacional pela criação de um sistema de alerta no Oceano Índico, assim como o do Pacífico. A versão para o Oceano Índico estará funcionando até 2006, e deverá operar completamente até 2008.
O sistema de alerta do Pacífico lança um aviso quando os sismógrafos detectam um grande terremoto abaixo do leito do mar. A monitoração do nível do mar com medidores de marés e censores de pressão do leito do oceano confirmam um tsunami. Satélites de comunicação então relatam os avisos de tsunami aos governos locais, serviços de emergência e mídia, para alertar a população local.
Toda essa tecnologia só faz sentido se as comunidades das regiões em risco souberem como reagir. As pessoas devem fugir em direção ao continente para lugares mais altos, em rotas de evacuação pré-estabelecidas. Algumas comunidades devem reconhecer os sinais indicadores de um tsunami gerado localmente. Depois de um tremor de terra, os sinais incluem o ruído e os respingos de um tsunami que se aproxima, frequentemente prececido por um inesperado recuo da água nas praias.
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