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Os investigadores precisavam olhar mais de perto para confirmar quais características foram criadas pelo terremoto, e como elas pode ter contribuído para o tsunami. Em resposta, um grupo de 22 cientistas de seis países de reuniram para formar a equipe de Pesquisa em Terremotos e Tsunamis da Costa de Sumatra (SEATOS). O grupo, que incluía sismólogos, geofísicos, especialistas em visualização do leito do mar, biólogos e modeladores de tsunami, chegou ao epicentro em maio de 2005, a bordo do navio de pesquisa em alto-mar MV Performer.
Armados com câmeras montadas em um submarino robótico, não-tripulado, a equipe logo identificou novas falhas e fissuras no fundo do mar, cerca de 4.500 m abaixo. Geólogos, trabalhando com biólogos que estimaram a idade dos organismos que havia se estabelecido nos escombros, puderam verificar se os movimentos do fundo do mar ocorreram no momento do terremoto do dia 26 de dezembro de 2004, ou meses antes. Utilizando técnicas sísmicas para revelar características abaixo do fundo do mar, a equipe pôde comparar as características do leito marítimo com os eventos geológicos abaixo dele. Interpretando essas características – tais como elevações, deformações e deslizamentos de terra – a equipe poderia explicar melhor como a perturbação no fundo do mar causou o tsunami, e assim poderiam modelá-lo de forma mais realista.
Enquanto isso, produtores de imagens e membros da equipe SEATOS haviam criado notáveis imagens geradas por computador (CGI), com base científica, sobre o terremoto de Sumatra e o posterior tsunami. As sequências o levam a um surpreendente passeio de montanha russa, do momento em que o terremoto começa até a experiência de estar dentro do tsunami quando atinge uma costa distante.
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