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Reprodução dos tubarões
Reprodução dos tubarões
O saco de ovos de um tubarão esqualídeo, também conhecido por "Bolsa de Sereia."

Como a maioria dos animais, os tubarões reproduzem-se sexualmente. O comportamento dos tubarões durante a fase de acasalamento pode ser bem complexo, e os rituais pré-nupciais entre machos e fêmeas variam muito entre as diversas espécies. Certos padrões de comportamento, como o nado sincronizado, as mordidas e alterações de cor, são comuns nas várias espécies. Algumas delas, como o tubarão-frade, envolvem-se num complexo comportamento grupal, durante o qual nadam em círculo – uma conduta que os especialistas ainda não entendem qual é o objetivo.

Após terem acasalado com sucesso e os ovos da fêmea terem sido internamente fecundados, os embriões desenvolvem-se em uma das três formas seguintes, dependendo das espécies:
 
Tubarões ovíparos põem ovos com cascas grossas, resistentes a predadores, e que depois são presos por eles nas rochas ou nas algas. Os ovos são incubados dias ou semanas depois, e os filhotes sobrevivem por conta própria. Muitas das cascas de ovos têm uma forma retangular, e algumas, como a “bolsa de sereia”, posta pelos esqualídeos, são muitas vezes trazidas até a costa pelas marés.

Tubarões vivíparos dão à luz crias já com vida, que são alimentadas no útero do tubarão fêmea através de uma placenta ou de uma secreção conhecida como leite uterino. A viviparidade assegura que os filhotes sejam bem alimentados durante o seu desenvolvimento, deixando-os prontos para sobreviver aos rigores do mar imediatamente após o nascimento.

Tubarões ovovivíparos também carregam os seus embriões internamente, dando à luz filhotes vivos, mas sem alimentá-los durante o seu desenvolvimento. Em vez disso, os tubarões em crescimento são nutridos através do saco vitelino. Algumas espécies de tubarões, como o tubarão Mackerel, praticam a oogênese, na qual a mãe produz fluxos de pequenos ovos não fertilizados que alimentam os embriões em desenvolvimento.

Fotos: Seapics, NHPA