Irregularidades
Em 24 de setembro de 2001, começou o julgamento oral, cujas pesquisas prévias somavam 16.00 folhas. Três anos depois, o Tribunal de Acusação investigou irregularidades na atuação do juiz. Galeano foi acusado de conspirar com o governo Menem para acusar um grupo de policiais portenhos e assim apresentar culpados a qualquer custo.
A prova foi a denúncia de um pagamento de 400 mil dólares feito a Telleldín com fundos reservados da Secretaria de Inteligência do Estado (SIDE). Este episódio está documentado em um vídeo de 1997, que registra Galeano negociando com o vendedor de automóveis.
O Tribunal declarou a nulidade de todo o processo e absolveu os acusados. Em 3 de agosto de 2005, Galeano foi destituído e a causa passou às mãos do juiz federal Rodolfo Canicoba Corral e do promotor Alberto Nisman.
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