PETRÓLEO: DESASTRE NO GOLFO mostra cenas exclusivas da explosão da plataforma, filmadas por um tripulante de um navio que atendeu aos apelos de socorro no dia 20 de abril. O documentário também teve acesso à base de gerenciamento de crises da British Petroleum (BP), em Houston, Texas, no momento em que os engenheiros discutiam técnicas e expressões que se tornariam comuns nas reuniões, como “top kill” ou “junk shot” – ambas denominando ações que não tiveram sucesso. O programa acompanha ainda as atividades no centro de operações a partir do qual partiram todos os esforços para conter o vazamento.
Além de ser um estudo especial que documenta os esforços e recursos de engenharia para interromper o vazamento submarino, a produção mostra ainda o trabalho de engenheiros, técnicos e operários, que raramente aparecem na tevê, bem como os danos causados ao meio ambiente e à economia.
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