Os próprios colegas de promotoria de Igor deram um novo rumo à investigação, indiciando-o como principal suspeito. Ele teria assassinado a esposa depois de saber que o filho que esperava não era dele, uma hipótese confirmada por um exame de DNA realizado no feto em 2009.
Na casa de Igor, foram encontrados 43 cartuchos de uma pistola calibre 380, a mesma utilizada para assassinar Patricia. As perícias indicaram que as marcas de disparo encontradas nos cartuchos eram iguais às encontradas na picape na noite do crime.
O jovem promotor, com carreira promissora no Ministério Público, foi condenado a 16 anos e quatro meses, mas viveu como foragido durante oito anos.
Em 19 de outubro de 2009, Igor Ferreira da Silva entregou-se à polícia no 18º Distrito Policial, na zona leste de São Paulo. A partir de 2012, poderá desfrutar do regime semi-aberto.
Brasil (em Português)