Na noite de 17 de julho de 2009, Alejandra Díaz Lezama foi surpreendida em sua casa por um único e certeiro tiro na cabeça.

Em suas primeiras declarações, seu marido, o político Vladimir Melo, alegou que Alejandra havia sido assassinada por um ladrão. No entanto, algo não se encaixava nesta versão: a casa não havia sido arrombada e o assassino usou apenas uma bala, indicando certo grau de profissionalismo. Vladimir começou a cair em contradições, mas sem provas concretas, os investigadores acabaram se beneficiando de um golpe de sorte.

Um informante levou os investigadores a Jonathan Fabián Torres Martínez, que não só confessou ter puxado o gatilho como admitiu a cumplicidade de Víctor David Jiménez e Luís Enrique Díaz Rivera. Melo não só contratou o pistoleiro como lhe entregou as chaves e o levou de táxi até a residência do casal.

Em junho de 2011, Vladimir Melo Carrillo foi condenado a 41 anos de prisão pela co-autoria do assassinato de sua esposa. Díaz Rivera, Jiménez e Torres Martinez cumprem pena de 17 anos.