Na madrugada de 24 de abril de 1989, um assassinato a sangue frio manchou para sempre a tranquilidade da cidade de Querétaro, México. Depois de discutir – mais uma vez – com seu marido, as emoções de Claudia Mijangos fugiram ao controle. Ela foi à cozinha, pegou várias facas e começou o massacre. Alfredo Antonio (6), Ana Belén (9) e Claudia María (11) morreram esfaqueados, depois de uma breve agonia. Ninguém, nem Claudia, conseguia acreditar que ela havia matado os próprios filhos.
Vinte anos depois, muitas perguntas continuam sem resposta: Claudia Mijangos teria sido guiada pelo amor que sentia por um elegante sacerdote da cidade? Ou um transtorno mental a fez perder a razão?