Na madrugada de 24 de abril de 1989, um assassinato a sangue frio manchou para sempre a tranquilidade da cidade de Querétaro, México. Depois de discutir – mais uma vez – com seu marido, as emoções de Claudia Mijangos fugiram ao controle.
Uma década de fraudes, mentiras, feitiços e mortes. Uma mulher conhecida como “Irmã Maria” e “Dona Concha”, que prometia saúde e prosperidade a seus clientes, encontrou a desculpa perfeita para enganar suas vítimas e depois assassiná-las.