A NACA surgiu em uma época de grande desenvolvimento tecnológico global. A Primeira Guerra Mundial se agravava na Europa, e biplanos eram usados com freqüência para missões de reconhecimento, sobrevoando as linhas inimigas. Em 1915, Henry Ford produziu seu milionésimo carro e Alexander Graham Bell completou sua primeira ligação interurbana, de Nova York para São Francisco.
A construção da primeira instalação da NACA, o Laboratório Aeronáutico Langley Memorial, foi iniciada em 1917, e em 1922, o Túnel de Densidade Variável de Langley (VDT) começou a funcionar. Modelos de asas e diversos protótipos de aeronaves foram encerrados na câmara impermeável, e o ar foi comprimido “na mesma proporção do modelo que estava sendo testado”.
O Túnel de Densidade Variável de Langley forneceu valiosos dados para a teoria dos aerofólios e a subseqüente extensão e forma das asas. Fora do laboratório, a NACA também dirigiu um programa de testes de vôo em tamanho natural. Um antigo projeto utilizou dados de um túnel aerodinâmico para um modelo de Curtiss JN-4 "Jenny", e posteriormente os comparou com as informações obtidas durante uma série de testes de vôo para investigar ascensão e resistência.
Os primeiros vôos "Jenny" também identificaram a necessidade de pilotos de testes especialmente treinados. A sede de Langley foi pioneira no conceito de treinar pilotos como engenheiros de testes.
Quando o engenheiro britânico Frank Whittle projetou com sucesso o turborreator em 1942, a NACA foi criticada por não haver cumprido a meta dos Estados Unidos, assim como a asa com enflechamento negativo e o projeto dos aviões supersônicos.
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