O QUE SABEMOS?
A Sismologia é a ciência que estuda os terremotos, mas os estudos sobre estes eventos são relativamente recentes.
Até o final do século XVIII, pouco se sabia sobre estes fenômenos naturais, apesar da grande ocorrência de terremotos ao longo da história. O mais antigo de que se tem conhecimento ocorreu na China, 1.177 anos antes de Cristo. Não se sabe a quantidade de vítimas, nem há como precisar sua magnitude.
A medição dos terremotos atuais começou a ser feita com a invenção do sismógrafo. Trata-se de um aparelho simples, que registra em um papel as vibrações horizontais e verticais do solo, determinando a magnitude e a duração de um tremor.
O sismógrafo detecta dois tipos de ondas: as “superficiais”, que se expandem mais ou menos horizontalmente sobre a superfície da Terra; e as “centrais”, provenientes de camadas mais profundas.
Estas, por sua vez, subdividem-se em “primárias” (P), que viajam através do magma e chegam mais rapidamente à superfície; e “secundárias” (S), que deslocam a matéria de forma transversal.
A sequência típica de um terremoto é a seguinte:
1. Ruído surdo provocado pelas ondas P
2. Chegada à superfície das ondas S.
3. Tremor de terra pelas ondas superficiais.
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